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Em 10 anos, o Campinense trocou de técnico 15 vezes




A mudança de técnico no futebol brasileiro é algo comum, não é a toa que os técnicos brasileiros querem regularizar sua profissão. Para se ter uma ideia, só na temporada 2017, 112 técnicos já foram demitidos, só na Paraíba foram 12.

Essas trocas ficaram bem evidentes no Campinense em 2017, chegamos na metade da temporada e o clube está no quarto técnico, quinto se contarmos o auxiliar(Dinho) que assumiu alguns jogos.

Os técnico do Campinense em 2017:

Paulo Foiani - contratado dia 12 de Outubro.
Iniciou a pré temporada dia 28 de novembro. Demitido dia 19 de Janeiro. Teve 1 mês e 22 dias de trabalho de campo.

Sergio China - contratado dia 20 de janeiro. Demitido dia 23 de março. Teve 2 meses e 3 dias de trabalho.


Ney da Matta - contratado dia 27 de março. Demitido dia 21 de abril. 25 dias de trabalho. 6 jogos. 18 dias de trabalho de campo.

Ailton Silva - contratado dia 7 de maio.

De 2007 à 2017: 15 trocas de técnico 

O Blog do Campinense fez um levantamento das trocas de comando que o Campinense sofreu nesse período. Foram 15 mudanças, destaques para as temporadas 2009, 2014 e 2017 onde o clube fez quatro trocas durante a temporada. Coincidência ou não, essas foram temporadas bem difíceis para o clube. 2009 acabou com o rebaixamento para a Série C, 2014 eliminação precoce na Série D e 2017 fracasso no estadual e situação delicada no brasileiro. Todos os técnicos do Campinense nesse período:

2007 - Suélio Lacerda
2008 - Freitas Nascimento
2009 - Freitas Nascimento; Ferdinando Teixeira; Argel Fucks; Freitas Nascimento
2010 - Freitas Nascimento; Suélio Lacerda;
2011 - Suélio Lacerda; Maurício Simões; Agnaldo Liz
2012 - Freitas Nascimento
2013 - Oliveira Canindé
2014 - Paulo Schardong; Leandro Machado; Freitas Nascimento; Francisco Diá
2015 - Francisco Diá
2016 - Francisco Diá; Paulo Moroni
2017 - Paulo Foiani; Sergio China; Ney da Matta; Ailton Silva.

Manutenção do trabalho parece ser o caminho para o sucesso

Se citamos que houve temporadas com várias trocas e os resultados não veio, mostraremos exemplos do contrário. Nas temporadas 2008, 2012, 2013, 2015 e 2016 o clube não trocou de treinador. 2008, por exemplo, mesmo perdendo o primeiro turno do estadual o clube manteve o treinador Freitas Nascimento, resultados na final da temporada: título paraibano e acesso histórico à Série B do Campeonato Brasileiro. Em 2012, também não houve mudanças, o mesmo Freitas levou o clube ao título estadual e garantiu vagas na Copa do Brasil e do Nordeste, essa última o clube iria conquistar em 2013, pelo Oliveira Canindé, único técnico da equipe naquela temporada. Em 2015 foi a vez da manutenção do Francisco Diá, o Campinense foi bicampeão do estado e finalista da Copa do Nordeste 2016.

Logo, conclui-se que a manutenção do trabalho é importante para atingir seus objetivos.

No espaço de pouco mais de 10 anos, coincidentemente o Campinense viveu seus piores momentos, até então, quando insistiu em sucessivas trocas (2009, 2014 e 2017).

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